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Origem da Devoção do MÊS DE MARIA

Olá a todos leitores da Capela Santo Agostinho! Dando continuidade à semana de preparação para o início da prática da devoção do Mês de Maria, trazemos hoje um pouco acerca da origem desta devoção.

Esta prática tão útil às almas devotas, parece ter sido reservada para estes últimos tempos a fim de reanimar nos tíbios corações dos cristãos os afetos que devem penetrá-los para com a mais terna das Mães. Eis aqui o que deu origem a esta saudável instituição.

Em todos os séculos da Igreja as grandezas e sublimes prerrogativas da Mãe de Deus tem sido objeto da profunda veneração dos fiéis. As eminentes virtudes de que foi adornada, o poderoso crédito de que goza para com seu Santíssimo Filho, o zelo pela glória desta incomparável Virgem tem sido engenhoso em inventar novos modos de a honrar e de Continuar lendo Origem da Devoção do MÊS DE MARIA

Aderimos com firmeza a tudo o que a Igreja de sempre creu e praticou em matéria de fé… (Declaração de 21 de novembro de 1974)

Por Dom Marcel Lefebvre

Aderimos de todo coração e com toda nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a conservação dessa fé; à Roma eterna, mestra da sabedoria e da verdade.

Pelo contrário, negamos e sempre nos havemos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante, que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II e, depois do Concílio, em todas as reformas que dele nasceram.

De fato, todas essas reformas contribuíram e seguem contribuindo à demolição da Igreja, à ruína do sacerdócio, à destruição do sacrifício e dos sacramentos, ao desaparecimento da vida religiosa e à implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, seminários e catequeses, surgido do liberalismo e do protestantismo e condenado tantas vezes pelo Magistério solene da Igreja.

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais elevada da hierarquia, pode obrigar-nos a

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A Integridade de Dom Marcel Lefebvre – Parte II – Aplicação à crise

Texto publicado em 02 janeiro de 2018 por FSSPX.NEWS.
Tradução da Capela Santo Agostinho

Clique aqui para ler a Parte I

Aplicação à Crise

Voltemos às três posições em autoridade definidas anteriormente (na Parte I) para ver como elas são aplicadas para a decisão prudente de haver ou não um dever de estar sob a autoridade de uma hierarquia modernista:

  • Sedevacantistas:Modernistas não têm autoridade. Não se deve colocar de acordo com as autoridades em Roma de qualquer forma até que eles voltem à Tradição.
  • Neoconservadores:Modernistas têm toda a autoridade. É preciso colocar-se sob quem tem autoridade, não importa o que essas autoridades estão a ordenar.
  • Dom Lefebvre:Modernistas legitimamente exercem autoridade quando eles ordenam de acordo com a fé. Deve-se submeter-se à autoridade de Roma quando se pode ter certeza de que ela será capaz de manter sua fé católica. A base para essa garantia, no caso da FSSPX, seria a isenção da influência modernista pela concessão de uma entidade separada, como uma prelatura pessoal. Se à FSSPX foi concedido um reconhecimento canônico ‘como ela é’, então ela seria deixada como ela é, enquanto estiver sob a autoridade romana, e assim ser capaz de manter a fé.

Deve ficar claro que a posição do Arcebispo foi completamente consistente com a noção católica de autoridade. Também deve ficar claro que suas decisões prudentes em relação à regularização da FSSPX sob uma hierarquia modernista eram simplesmente uma aplicação dessa noção. Assim, ele era Continuar lendo A Integridade de Dom Marcel Lefebvre – Parte II – Aplicação à crise

Aconteceu no Santuário de Maria Monte-Virgem, em 1611

“Convém narrar aqui o fato citado pelo Padre Spinelli nos Milagres de Nossa Senhora. No ano de 1611, no celebre santuário de Maria em Monte-Virgem, aconteceu que, na vigília de Pentecostes, tendo à multidão que ai concorrera profanado a festa com bailes, crápulas e imodéstia, se ateou de repente, um incêndio na casa de tabuas em que estavam os romeiros, e em menos de hora e meia reduziu-a a cinzas, morrendo mais de 400 pessoas. Só sobreviveram cinco que depuseram, com juramento, terem visto a Mãe de Deus com duas tochas acesas pondo fogo no edifício. Peço, pois, com instância aos devotos de Maria, que se abstenham e impeçam também os outros de ir a semelhantes santuários de Nossa Senhora em dias de tais folguedos profanos. Pois, nessas ocasiões, há muito mais lucro para o inferno, do que honra para a Mãe de Deus. Romeiros tementes a Deus vão visitar os santuários, quando não há tanta aglomeração de povo.”

Glórias de Maria – Santo Afonso de Ligório – Doutor da Igreja e Fundador da Congregação do Santíssimo Redentor – 1696-1787
Editora Santuário – Aparecida – SP – 2001 – pg. 453

A integridade de Dom Marcel Lefebvre – Parte I

Texto publicado em 02 janeiro de 2018 por FSSPX.NEWS.
Tradução da Capela Santo Agostinho

Neste artigo, Pe. Paul Robinson considera se Dom Lefebvre mudou sua política sobre as relações com Roma depois das consagrações de 1988.

O Arcebispo Marcel Lefebvre era bem conhecido ao longo de sua vida por ser um homem de grande integridade. Ele era inabalável nos seus princípios, honesto em todas as suas relações, e caridoso a uma falha. Entre as ideias fundamentais que o nortearam estavam as noções católicas de autoridade e obediência, que dirigia a prudência heroica do Arcebispo nas muitas decisões difíceis que teve de fazer em suas relações com Roma.

Algumas figuras, no entanto, parecem negar que o arcebispo era um homem de integridade de princípios nas suas ideias sobre a Igreja e em suas relações com as autoridades romanas. Alguns o acusam de ter princípios contraditórios, enquanto outros o acusam de ter mudado seus princípios depois das consagrações episcopais.

Este artigo vai tentar defender o seu bom nome, considerando a posição do arcebispo e mostrando que ele nunca mudou. Vamos primeiro considerar a noção de autoridade e como essa noção influenciou sua atitude para com as autoridades romanas. Então, em segundo lugar, vamos mostrar que as consagrações não fizeram o Arcebispo mudar seus princípios ou a aplicação deles.

Princípios do Arcebispo sobre autoridade

A maneira mais útil de considerar os princípios do arcebispo sobre a autoridade é comparar três diferentes posições que foram tomadas no que diz respeito à autoridade da hierarquia pós-conciliar, em que a maioria dos clérigos foi infectada com o Modernismo, em maior ou menor grau. Estas três posições são as seguintes: Continuar lendo A integridade de Dom Marcel Lefebvre – Parte I

A FSSPX comemora 637 sacerdotes e se prepara para o Capítulo geral em 2018

“Deus em Sua Infinita Sabedoria levantou uma obra para a restauração do sacerdócio católico e para preservar os Tesouros que Jesus Cristo confiou a Sua Igreja, a saber, a Fé em sua integridade, a Graça Divina através do Seu Sacrifício e Seus Sacramentos, e pastores destinados à dispensação desses Tesouros da Vida Divina”. Assim falou o Arcebispo Dom Marcel Lefebvre sobre a ação da Providência Divina acerca da obra da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Fundada em 1 de novembro de 1970, hoje a FSSPX tem 637 sacerdotes, 123 irmãos professos e 79 irmãs oblatas trabalhando em sua obra. Em seus seminários e noviciados em todo o mundo, cerca de 250 jovens estão sendo formados no serviço do altar.

O ano de 2018 será marcado por Continuar lendo A FSSPX comemora 637 sacerdotes e se prepara para o Capítulo geral em 2018

Oração dos Cristeros ao final do Rosário

Composta pelo mártir católico Anacleto González Flores, assassinado por defender a Igreja, em 1º de abril de 1927 pelo governo anticatólico do México

Jesus misericordioso,

Meus pecados são mais numerosos que as gotas de sangue que derramastes por mim. Não mereço pertencer ao exército que defende os direitos de Tua Igreja e que luta por Ti. Quisera nunca haver pecado para que assim minha vida fosse uma oferenda agradável aos Teus olhos. Lava-me das minha iniquidades e limpa-me dos meus pecados. Por tua Santa Cruz, por minha Mãe Santíssima de Guadalupe, perdoa-me. Não soube fazer penitência dos meus pecados; por isso quero receber a morte como um castigo merecido por eles. Não quero lutar, nem viver, nem morrer, senão por Ti e por Tua Igreja.

Mãe Santa de Guadalupe, acompanha em sua agonia este pobre pecador. Concede-me que meu último grito na terra e meu primeiro cântico no céu seja: Viva Cristo Rei!