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14 ensinamentos dos santos sobre a Providência Divina

– A Providência Divina jamais falta ao homem em nada, sob a condição de que ele a aceite. Somente estará ausente para os que se desesperam ou confiam em si mesmos. SANTA CATARINA DE SENA

– A Providência Divina só demora o seu socorro para provocar nossa confiança. SÃO FRANCISCO DE SALES

– É impossível que a Providência Divina se engane. Impossível também que sua vontade e suas ordens sejam ignoradas. SÃO TOMÁS DE AQUINO

– Apenas quero pessoas  que, com discernimento, batam à porta da Minha misericórdia sem duvidar, na certeza de que Continuar lendo 14 ensinamentos dos santos sobre a Providência Divina

A virtude da vingança

Existe uma virtude que desapareceu completamente da vida moderna. É o zelo pela vingança. Em que consiste? Em punir os erros dos que estão subordinados a nós, dando-lhes um castigo correspondente à gravidade do erro. Com este castigo, a pessoa que errou torna-se capaz de reparar o mal que fez. Por isso, a vingança é uma ótima virtude, pois ajuda aos outros a se corrigirem. Quando um pai não corrige seu filho, ele está alimentando o vício na alma do filho. Quando a polícia não castiga o bandido, ela está dando a impressão, ao bandido, que o crime compensa. etc.

Mas atenção! Trata-se de atos próprios à autoridade. É claro que se vingar de alguém que nos fez mal sem ter autoridade e sem ter a intenção de ajudar é próprio do orgulho e pode ser um pecado muito grave.

Excerto retirado de http://permanencia.org.br/drupal/node/2094

Fatos históricos que comprovam a intervenção de Nossa Senhora em favor da Igreja, quando invocada através do Santo Rosário durante época de grande tribulação

Intervenções de Maria na história da Igreja

Trecho da encíclica Supremi Apostolatus Officio, de Leão XIII

“Mas esta ardente e confiante piedade para com a augusta Rainha do Céu foi posta em mais clara luz quando a violência dos erros largamente difundidos, ou a transbordante corrupção dos costumes, ou o assalto de inimigos poderosos, pareceram pôr em perigo a Igreja militante de Deus.

As memórias antigas e modernas e os sagrados fastos da Igreja relembram, de uma parte, as súplicas públicas e particulares e os votos elevados à divina Mãe, e, de outra parte, os auxílios por meio dela obtidos, e a tranquilidade e a paz pelo Céu concedidas. Daí tiveram origem esses títulos insignes com que os povos católicos a saudaram: Auxiliadora dos cristãos, Socorredora e Consoladora, Dominadora das guerras, Senhora das vitórias, Pacificadora. Entre os quais é principalmente digno de menção o titulo, tão solene, do Rosário, que consagra à imortalidade os seus assinalados benefícios em favor da inteira Família cristã.

Nenhum de vós, ó Veneráveis Irmãos, ignora quantas dores e quantas lágrimas, no fim do século XII, proporcionaram à santa Igreja de Deus os hereges Albigenses, que, nascidos da seita dos últimos Maniqueus, haviam infectado de perniciosos erros a Continuar lendo Fatos históricos que comprovam a intervenção de Nossa Senhora em favor da Igreja, quando invocada através do Santo Rosário durante época de grande tribulação

Juramento Antimodernista de São Pio X que era feito por padres, bispos e professores até ser suprimido em 1967 por Paulo VI

Eu, N.N., abraço e aceito firmemente todas e cada uma das coisas que foram definidas, afirmadas e declaradas pelo magistério inerrante da Igreja:

Principalmente aqueles pontos de doutrina que diretamente se opõem aos erros do tempo presente.

  1. E em primeiro lugar: professo que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser certamente conhecido e, portanto, demonstrado, como a causa por seus efeitos, pela luz natural da razão, mediante as coisas que foram feitas (Rm 1,20), isto é, pelas obras visíveis da criação;
  2. Em segundo lugar: admito e reconheço como sinais certíssimos da origem divina da religião cristãos argumentos externos à Revelação, isto é, os feitos divinos, e em primeiro lugar os milagres e profecias, e sustento que são sobremaneira acomodados à inteligência de todas as idades e dos homens, mesmo os deste tempo;
  3. Em terceiro lugar: creio igualmente com fé firme que Continuar lendo Juramento Antimodernista de São Pio X que era feito por padres, bispos e professores até ser suprimido em 1967 por Paulo VI

Façamos a genuflexão para a cruz

A Tradição finalmente começa a atrair a atenção das pessoas que estão aí nas paróquias, que ouvem já há tantos anos seus padres falando coisas que não são muito bem católicas. Pouco a pouco este trabalho, esta insistência, esta espiritualidade, a fé começa a fazer o seu trabalho. Nosso Senhor nos corações atraindo as almas para onde está o Filho de Deus, para onde está o Seu Santo Sacrifício, para onde está a Sua Missa.

Nosso Senhor morreu hoje para nós, Nosso Senhor entregou o seu corpo e sua alma ao suplício da cruz e nós acompanhamos mais uma vez estes mesmos ritos e quanto mais a gente acompanha, quanto mais nós vivemos a Semana Santa mais as coisas vão acontecendo com uma certa simplicidade.

E o que resta para nós? Resta para nós a cruz, a cruz gloriosamente posta sobre o altar para que nós possamos nos lembrar de Jesus crucificado, nosso redentor, que nos trouxe a salvação. Nada disso é brincadeira, nada disso é teatro, nada disso é para nos alimentar um sentimento religioso. Todos os homens nascem com um sentimento religioso, todos os homens fazem algum culto a algum deus por causa de sentimento religioso, menos nós. Nós não fazemos por sentimento religioso, nós fazemos porque recebemos o dom da fé no coração, a fé sobrenatural.

O mundo de Deus, o mundo do céu está presente dentro de nós. Não é por motivos de sentimentos religiosos que nós estamos aqui, é por Continuar lendo Façamos a genuflexão para a cruz

Aderimos com firmeza a tudo o que a Igreja de sempre creu e praticou em matéria de fé… (Declaração de 21 de novembro de 1974)

Por Dom Marcel Lefebvre

Aderimos de todo coração e com toda nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a conservação dessa fé; à Roma eterna, mestra da sabedoria e da verdade.

Pelo contrário, negamos e sempre nos havemos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante, que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II e, depois do Concílio, em todas as reformas que dele nasceram.

De fato, todas essas reformas contribuíram e seguem contribuindo à demolição da Igreja, à ruína do sacerdócio, à destruição do sacrifício e dos sacramentos, ao desaparecimento da vida religiosa e à implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, seminários e catequeses, surgido do liberalismo e do protestantismo e condenado tantas vezes pelo Magistério solene da Igreja.

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais elevada da hierarquia, pode obrigar-nos a

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Tradição Católica

Por Pe. Júlio Maria, S.D.N.

A Tradição, rejeitada ilógica e antibiblicamente pelos protestantes, é também a palavra de Deus, porém, a sua palavra não escrita por homens inspirados, mas transmitida oralmente e escrita depois pelos católicos dos primeiros séculos.

Não pode existir dúvida a respeito da existência da Tradição, pois é certo que tudo o que fez e disse o Salvador não foi escrito, como no-lo afirma São João no fim de seu Evangelho: “Muitas outras coisas há que fez Jesus, as quais, se se escrevessem, nem o mundo todo poderia conter os livros que seria preciso escrever (Jo 21, 25).

São estas coisas que Jesus disse e fez e que não foram escritas, que chamamos Tradição.

São Paulo escreve aos Continuar lendo Tradição Católica

Como distinguir a verdade católica do erro

por São Vicente de Lérins

Dado que a Escritura nos aconselha: “interroga teu pai, e ele te contará; os teus avós, e eles te dirão”; “ouve as palavras dos sábios”; e também: “Meu filho, não te esqueças da minha lei, e guarda no teu coração os meus preceitos”; a mim, Peregrino, último dentre todos os servos de Deus, pareceu-me coisa de não pouca utilidade consignar, com a ajuda de Deus, os ensinamentos que fielmente recebi dos Santos Padres. Fazê-lo me é absolutamente necessário por causa de minha debilidade, para assim ter à mão algo que supra, pela leitura assídua, as deficiências de minha memória. Além disso, levam-me a empreender este trabalho não somente a utilidade da obra, senão também a consideração dos tempos e a oportunidade do lugar.

Quanto ao tempo, já que ele leva tudo que há de humano, também nós devemos, em compensação, roubar-lhe algo que nos seja útil para a vida eterna, sobretudo porque Continuar lendo Como distinguir a verdade católica do erro