MÊS DE MARIA – Vigésimo primeiro dia: Sobre a aparição do Salvador à sua Divina Mãe depois de ressuscitado

1. Alegria de Maria vendo seu Filho ressuscitado;
2. Vendo-o revestido de glória e de imortalidade;
3. Vendo-o rodeado de seus discípulos, que o tinham abandonado. Continuar lendo MÊS DE MARIA – Vigésimo primeiro dia: Sobre a aparição do Salvador à sua Divina Mãe depois de ressuscitado

MÊS DE MARIA – Vigésimo dia: As Dores de Maria Santíssima

Observação Importante

Eis-nos chegados ao vigésimo dia do mês de Maria. Quanto não seremos felizes se tivermos sido fiéis em tributar-lhe todos os dias nossos cultos, como nós tínhamos proposto! Quanto não terá sido sensível seu coração maternal a estes testemunhos de nosso amor tantas vezes reiterados! Que tesouro de graças não devemos esperar desta Divina Mãe se continuarmos no decurso de todo este mês a honrá-la e a invocá-la com um fervor sempre novo! Procuremos, pois, hoje reanimar em nossos corações os sentimentos de confiança e de devoção para com a Santíssima Virgem. Poderemos empregar para este fim as seguintes práticas:
1. Examinar como temos passado esta duas dezenas do Mês de Maria, e humilhar-nos pelas omissões de que nos reconhecermos culpados;
2. Propor-nos servir a Mãe de Deus com mais fidelidade durante esta nova dezena e prever o que faremos para a honrar e para lhe agradar.
3. Fazer uma nova distribuição de bilhetes e aplicar-nos com mais zelo à prática da virtude que tirarmos por sorte;
4. Fazer hoje alguma boa obra extraordinária em honra de Maria, tal como uma esmola mais considerável, uma ação de caridade, uma prática de humildade ou de mortificação mais contrária à natureza;
5. Rezar com particular devoção o ofício da Santíssima Virgem, ou o da Imaculada Conceição, ou o Rosário, ou a Coroa, ou os sete Gozos, ou qualquer outra oração.
6. Comungar neste dia ou ao menos no domingo mais próximo, segundo o conselho do confessor, a fim de nos reanimarmos no amor de JESUS e de Maria.
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A legítima defesa e demais exceções ao quinto mandamento “não matarás”

No relançamento do blog Arena da Teologia, nos remetemos ao caso que, recentemente, teve grande repercussão. A policial, em legítima defesa, matou o assaltante, mas ela não pecou. Aplique-se tal caso às exceções previstas.

Seguem, pois, trechos do Catecismo Romano que expõem a doutrina católica acerca do quinto mandamento:

“O quanto se torna necessária uma boa explicação deste Preceito, nós o  percebemos pelo fato de que, após o imenso Dilúvio universal, a primeira e a única proibição que Deus Impôs aos homens foi esta: “O sangue de vossa vida, Eu o vingarei da mão de todos os animais e da mão do próprio homem”. […]

Quanto à proibição de matar, devemos primeiro explicar quais espécies de morte não são proibidas por este Mandamento. 

Matar animais

Não é, pois, proibido matar os animais. Se Deus permitiu aos homens que se alimentassem deles, também permitiu que os matassem.

Sobre este particular, diz Santo Agostinho: “Quando ouvimos dizer: ‘Não matarás’, não entendemos que isto se refira às plantas, porque elas não tem nenhuma sensação, nem aos brutos irracionais, porque não se ligam a nós por nenhuma relação de sociedade”.

Executar criminosos

Outra espécie de morte licita é a que compete às autoridades. Foi-lhes dado o poder de condenar à morte, pelo que punem os criminosos e defendem os inocentes, de acordo com a sentença legalmente lavrada. Quando exercem seu cargo com espírito de justiça, não se tornam culpados de homicídio, pelo contrário, são fiéis executores da Lei Divina, que proíbe de matar. [CONTINUE LENDO NO ARENA DA TEOLOGIA]

Comunidade de Tradição Católica em Parnaíba-PI. Tradição Católica no Brasil. Missa Tridentina no Piauí.