Consagração a Nossa Senhora Aparecida

Ó Virgem Santíssima, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do Brasil, eis-nos prostrados suplicantes, aos pés do Vosso trono, na certeza de obter de Vossa misericórdia as graças e a ajuda oportuna nas calamidades presentes, não em virtude de nossos méritos, que são poucos, mas unicamente pela imensa bondade do Vosso Coração maternal.

Os abomináveis pecados do mundo, as perseguições dirigidas contra a Igreja de Jesus Cristo, mais ainda, a apostasia das nações e de tantas almas cristãs, em suma, os esquecimentos por parte da maioria dos homens de que sois a Mãe da Divina Graça, tudo isso é agonia para Vosso Coração Doloroso e Imaculado, tão unido, em sua compaixão, aos sofrimentos do Sagrado Coração de Vosso Filho.

Nesses tempos calamitosos em que tantas almas se perdem viemos ao vosso Santuário suplicar a vossa proteção sobre nossas famílias, dilaceradas pela discórdia e pelo flagelo do divórcio.

Pedimos pelos nossos filhos, atraídos covardemente por um mundo apóstata da fé, que lhes acena com falsos prazeres, as drogas e uma impressionante  revolta contra a autoridade de Deus e de seus pais.

Pedimos também pela nossa Pátria, esquecida de vós e do Coração de vosso Filho, ela que nasceu sob o manto da Santa Cruz e que tantas glórias já trouxe para a Santa Igreja Católica, em tempos de maior devoção e vida católica.

Não permitais que os próximos anos se transformem em perseguições sorrateiras e silenciosas contra os direitos de Deus e de sua Igreja.

Dai-nos as graças que nos são tão necessárias para resistir a tantas mentiras e enganações, e fazei que sejamos fiéis às promessas do nosso Santo Batismo. Queremos viver sob o vosso manto e sob vossa maternal proteção e para tanto, consagramos nossas almas como filhos amorosos e confiantes, prometendo o esforço de nunca abandonar a oração do Terço e a devoção ao vosso Imaculado Coração, última tábua de salvação.

Assim seja.

Orientações para as eleições presidenciais de 2018, por Dom Lourenço Fleichman

Sendo uma instituição de formação doutrinária, espiritual e cultural católica, cabe à Permanência uma orientação política segundo os critérios e princípios do Evangelho, das leis da Igreja e das virtudes, sobretudo da prudência, da justiça e dos dons de conselho e de ciência.

Com a proximidade das eleições no nosso Brasil, tomamos as medidas espirituais necessárias, promovendo nas Capelas ligadas à Permanência, um Rosário no dia 6 de outubro, primeiro sábado do mês. No dia do 1º turno, dia 7, a festa de Nossa Senhora do Rosário será celebrada com toda a pompa, lembrando do papa São Pio V que instituiu esta grande festa de Nossa Senhora após a espetacular vitória da armada católica no golfo de Lepanto contra a poderosa esquadra turca muçulmana. Que a Virgem Maria venha em nosso socorro, impedindo que subam ao poder as forças comunistas e desagregadoras; criminosas e pérfidas que nos precipitaram na grave crise que sofremos há várias décadas.

Cabe também, para esclarecer os católicos, dar alguns critérios e alguns conselhos diante do quadro que se apresenta para o voto dos brasileiros.

Antes de tudo, devemos lembrar que essa democracia liberal é um sistema corruptor, promotor de corrupção e da luta de poder pelo poder. Trata-se de algo inerente à essência do liberalismo. De modo que o católico deve ter sempre em mente que rechaçamos essa falsa noção de política que destrói a moral, falsifica a vida social, e sobretudo usurpa de Nosso Senhor Jesus Cristo o cetro do Reino que lhe é devido por méritos de justiça, conquistados ao oferecer sua vida na Cruz pela salvação dos homens.

Contrariamente ao que se diz na falsa moral dos liberais, não é pecado e não é ilícito deixar de votar; não é ilícito votar nulo porque queremos manifestar que não escolhemos nenhum desses senhores. Infelizmente o sistema manipulador nos impede de dizer isso validamente, considerando como inválidos, ou seja, não apurados, não contados, os votos nulos e brancos.

Mas tampouco é ilícito querer votar em algum candidato em quem nos parece ser tolerável votar, ou porque é pessoa digna e honesta, não socialista, não comunista, não maçom, não anti-católico ou não impondo projetos, idéias, ações contrárias à lei de Deus e ao Bem Comum.

A situação atual há poucos dias do 1º Turno.

Os católicos não podem votar em comunistas, socialistas, maçons, etc. Esse critério de uma política católica já elimina boa parte dos candidatos: Haddad, Ciro Gomes, Marina, entre os mais bem colocados.

O PSDB é um partido considerado de meia-esquerda, na linguagem deles; na verdade é de orientação fabianista, ou seja, socialista que quer chegar ao socialismo aos poucos, pela persuasão, pela cultura etc. Ele sofre uma influência muito profunda de Fernando Henrique Cardoso, que foi talvez tão ruim e pernicioso quanto a sra. Dilma Roussef. Lembro que foi no seu governo que o aborto começou a ser introduzido no Brasil, que também foi ele que distribuiu somas milionárias às famílias dos terroristas que matavam inocentes, e deixou o MST invadir propriedades sem receberem o castigo de justiça.

Seu candidato, Geraldo Alckmin não parece ser tão ruim quanto o mestre, porém tem demonstrado uma fraqueza impressionante diante da velha política do toma lá – dá cá, marcada pela espúria coalizão feita com diversos partidos. Com Geraldo Alckmin temos a impressão de que a política corrupta vai continuar a comandar o Brasil. Isso sem falar da escandalosa aparição do símbolo do mafioso PCC em dois momentos do vídeo de campanha. Além disso, propõe um plesbiscito sobre o aborto e a legalização das drogas. Sem contar que é muito tolerante com a ideologia “de gênero”, que promove a destruição da família. Por ser católico, Geraldo Alckmin poderia ter se tornado um candidato interessante, mas não esteve à altura de seu batismo e se permitiu corromper pelos erros do mundo moderno.

Henrique Meirelles é um competente ministro da Fazenda, porém não é um candidato para os católicos: ultra-liberal nas questões morais como aborto, casamento gay e drogas. Não serve.

Amoedo parece ser um sujeito independente, que pretende atrair eleitores batendo nos demais, como aliás, é o próprio dessas campanhas eleitorais espúrias e sem sentido. O baixo nível de todos batendo em todos é a comprovação de que há algo de podre na política liberal. Além disso, paira sobre Amoedo a questão da Agenda ONU 2030, com suas regrinhas anti-católicas, de destruição da Igreja, de formação de um governo mundial e de todas as tolerâncias e pluralismos. Além disso seu ultra-liberalismo o levaria, sem dúvidas, a deixar as leis de aborto, de ideologia de gênero etc. se difundirem.

Resta Jair Bolsonaro. O ex-capitão do Exército parece ser uma pessoa bruta, meio burrona, nem sempre sabendo usar a espada da polêmica com maestria, apesar de acertar certos golpes muito bem nas entrevistas que deu. Pessoalmente eu tenho certos receios e antipatias, mas a leitura do seu Plano de Governo, o único feito com seriedade, indo direto no ponto, sem ser um panfleto de propaganda eleitoral, mas ao contrário, sendo um apanhado de idéias inteligentes e muito bem estruturadas, me trouxe certa mudança de visão sobre o candidato.

Constatei que Bolsonaro ataca direta e duramente os erros que nós, da Permanência, também atacamos. A falsa família criada por esses globalistas anti-católicos – a política antiga, corrupta e interesseira. Promete chamar ministros técnicos, capacitados e conhecedores da área de cada ministério, não distribuindo cargos políticos. – quer reformar a educação básica e chega a propor o fim “da ditadura de Paulo Freire na educação”, e ele é o único a tocar nesse assunto com coragem e clareza. – ataca instituições espúrias como a Rede Globo – apóia a iniciativa privada, a diminuição de impostos (a famosa fake news de suposta volta da CPMF) – quer uma reforma da Previdência, diferente daquela formulada pelo Pres. Temer, talvez vendo pontos que o atual governo não viu. E fico por aqui porque não é o lugar de fazer a lista completa das propostas de Jair Bolsonaro.

O fato é que o risco que corremos com Bolsonaro não é de seu suposto fanatismo, fascismo, ou algo assim. Não podemos temer nada desse lado. O que poderíamos temer é ele formar uma equipe fraca e não saber comandar essa equipe. Mas o que nos aparece até aqui é o contrário: ele já chamou e pretende chamar pessoas gabaritadas para os ministérios e deu mostras de liderança clara e imediata, quando seus subordinados disseram coisas talvez inconvenientes na imprensa.

Eu mesmo já disse em alguns círculos, que a vitória de Bolsonaro poderia trazer de volta o PT mais rapidamente do que a vitória de Alckmin. Mas hoje eu já não diria isso. Penso que Bolsonaro pode fazer um bom governo se souber mudar o tom de campanha pela eleição para o tom de governo efetivo do Brasil. São situações diferentes e caberá a ele ter fala e prudência de um verdadeiro estadista. Mas devemos dar-lhe a oportunidade de provar que saberá fazê-lo.

A Permanência aconselha, para o bem do Brasil, o voto em Jair Bolsonaro, mesmo não considerando que ele seja o nosso candidato, ou que ele represente o ideal de um candidato católico. Por outro lado, nos afastamos completamente do fanatismo de certos correligionários de Bolsonaro, liberais de pensamento, pseudo-conservadores de atitudes, que pretendem elevá-lo à condição de salvador da pátria.

Cabe acrescentar que juntamente com o presidente é importante votar também no senador e deputado federal que o apoiem, de modo a facilitar suas relações com o Congresso.

Que Nossa Senhora Aparecida proteja o Brasil.

Fonte: ELEIÇÕES 2018 – Orientações para as eleições presidenciais de 2018

 

 

Como devem ser nossas orações – ensina-nos São Tomás

As cinco qualidades requeridas para todas as orações

A Oração Dominical, entre todas, é a oração por excelência, pois possui as cinco qualidades requeridas para qualquer oração. A oração deve ser: confiante, reta, ordenada, devota e humilde.

Em primeiro lugar, a oração deve ser confiante.

Como São Paulo escreve aos Hebreus (4, 16): “Aproximemo-nos com confiança do trono da graça, a fim de alcançar a misericórdia e achar graça para sermos socorridos no tempo oportuno”.

A oração deve ser feita com fé e sem hesitação, segundo São Tiago (Tg 1,6): “Se algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus… Mas peça-a com fé e sem hesitação”.

Por diversas razões, o Pai Nosso é a mais segura e confiante das orações. A Oração Dominical é obra de nosso advogado, do mais sábio dos pedintes, do possuidor de todos os tesouros de sabedoria (cf. Cl 2, 3), daquele de quem diz São João (I, 2, 1): Temos um advogado junto ao pai: Jesus Cristo, o Justo. São Cipriano escreveu em seu Tratado da Oração Dominical: “Já que temos o Cristo como advogado junto ao Pai, por nossos pecados, em nossos pedidos de perdão, por nossas faltas, apresentemos em nosso favor, as palavras de nosso advogado”.

A Oração Dominical parece-nos também que deve ser a mais ouvida porque aquele que com o Pai a escuta é o mesmo que no-la ensinou; como afirma o Salmo 90 (15): “Ele clamará por mim e eu o escutarei”. “É rezar uma prece amiga, familiar e piedosa dirigir-se ao Senhor com suas próprias palavras”, diz São Cipriano. Nunca se deixa de tirar algum fruto desta oração que, segundo Santo Agostinho, apaga os pecados veniais.

Em segundo lugar, nossa oração deve ser reta.

Quer dizer, devemos pedir a Deus os bens que nos sejam convenientes. “A oração é o pedido a Deus dos dons que convém pedir”, diz São João Damasceno.

Muitas vezes, a oração não é ouvida por termos implorado bens que verdadeiramente não nos convêm. “Pediste e não recebeste, porque pediste mal”, diz São Tiago (4,3).

É tão difícil saber com certeza o que devemos pedir, como saber o que devemos desejar. O Apóstolo reconhece, quando escreve aos Romanos (8, 26): “Não sabemos pedir como convém, mas (acrescenta), o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis”.

Mas não é o Cristo que é nosso doutor? Não foi ele que nos ensinou o que devemos pedir, quando seus discípulos disseram: Senhor, ensinai-nos a rezar? (Lc 11, 1).

Os bens que ele nos ensina a pedir, na oração, são os mais convenientes. “Se rezamos de maneira conveniente e justa, diz Santo Agostinho, quaisquer que sejam os termos que empregamos, não diremos nada mais do que o que está contido na Oração Dominical”.

Em terceiro lugar, a oração deve ser ordenada.

A oração deve ser ordenada como o próprio desejo que a prece interpreta. A ordem conveniente consiste em preferirmos, em nossos desejos e preces, os bens espirituais do que os bens materiais, as realidades celestes do que realidades terrenas, de acordo com a recomendação do Senhor (Mt, 6,33): “Procurai primeiro o reino de Deus e sua justiça e o resto — o comer, o beber e o vestir — ser-vos-á dado por acréscimo”.

Na Oração Dominical, o Senhor nos ensina a observar esta ordem: primeiro pedimos as realidades celestes e em seguida os bens terrestres.

Em quarto lugar, a oração deve ser devota.

A excelência da devoção torna o sacrifício da oração agradável a Deus. Em vosso nome, Senhor, elevarei minhas mãos, diz o Salmista, e minha alma é saciada como de fino manjar.

A prolixidade da oração, no mais das vezes, enfraquece a devoção; também o Senhor nos ensina a evitar essa prolixidade supérflua: “Em vossas orações não multipliqueis as palavras; como fazem os pagãos” (Mt 6,7). Santo Agostinho recomenda, escrevendo a Proba: “Tirai da oração a abundância de palavras; no entanto não deixeis de suplicar, se vossa atenção continua fervorosa”.

Esta é a razão pela qual o Senhor instituiu a breve oração do Pai Nosso.

A devoção provém da caridade, que é o amor de Deus e do próximo. O Pai Nosso é uma manifestação destes dois amores.

Para mostrar nosso amor a Deus, o chamamos «Pai» e para mostrar nosso amor ao próximo, pedimos por todos os homens justos, dizendo: «Pai nosso», e empurrados pelo mesmo amor, acrescentamos: «perdoai as nossas dívidas».

Em quinto lugar, nossa oração deve ser humilde.

Segundo o que diz o Salmista (Sl 101, 18): “Deus olhou para a prece dos humildes”.

Uma oração humilde é uma oração que certamente será ouvida, como nos mostra o Senhor, no evangelho do Fariseu e do Publicano (Lc 18, 9-15) e Judite, rogando ao Senhor, dizia: “Vós sempre tivestes por agradável a súplica dos humildes dos mansos”.

Esta humildade está presente na Oração Dominical, pois a verdadeira humildade está naquele que não confia em suas próprias forças, mas tudo espera do poder divino.

(Dos Sermões de São Tomás de Aquino)

Como podemos reconhecer que a fé católica é a verdadeira?

Cristo provou a veracidade de sua missão pelos milagres que operou. É por isso que diz: “Não credes que Eu estou no Pai e que o Pai está em Mim? Crede ao menos por causa de minhas obras” (Jo 14,11). Os Apóstolos também se manifestaram por seus milagres: “Eles pregavam em todo lugar, o Senhor agia neles e confirmava a Palavra pelos milagres que a acompanha­vam” (Mc 16,20). Os milagres são, pois, provas da missão divina da Igreja.

Pode-se estar certo da existência de milagres?

Sempre houve milagres na Igreja, e a existência desses milagres nunca foi tão certa quanto hoje, quando se pode, graças aos conhecimentos e meios de investigação científicos, excluir as explicações naturais com muito mais facilidade do que Continuar lendo Como podemos reconhecer que a fé católica é a verdadeira?

A modéstia para a mulher católica

É verdadeiramente duvidoso que qualquer cristão católico ou não católico possa questionar a necessidade de modéstia. A modéstia é uma virtude, e mais do que isso, é um instinto. Uma vez que somos criaturas decaídas, sujeitas ao pecado original, nós também nos encontramos sujeitos, em maior grau, a tentações pecaminosas da carne. Isso nos dá uma vontade de cobrir a nós mesmos, de acordo com a lei natural que Deus inscreveu no coração de cada homem. No entanto, devido aos efeitos insidiosos da secularização da nossa sociedade, o que antes, não há muito tempo, era aparentemente senso comum, é agora uma questão altamente carregada e emocional.

Para o bem ou para o mal, é um fato da vida que o sexo masculino não é muito controverso, no que diz respeito a modéstia. Temos um pouco mais de margem de manobra, embora ainda estejamos obrigados a sempre vestir-nos com decoro e decência. Nossos corpos são templos do Espírito Santo, e devem ser Continuar lendo A modéstia para a mulher católica

Oração de reconhecimento do pecador a Maria

Ó Mãe toda bondosa daquele que disse : “Não são os que tem saúde que precisam de médico, mas sim os enfermos”, e de outra vez: “Perdoai até setenta vezes sete vezes”, quando é, pois, que as nossas repetidas quedas poderão esgotar o vosso poder ou a ternura da vossa solicitude maternal? Ides em busca do pecador, que todos repelem, no dizer do vosso devoto São Boaventura, e, ao encontra-lo, o abraçais, o aqueceis ao vosso seio e não descansais enquanto não o vedes curado.

Eu sou um dos vossos doentes, salvai-me. “Tuus sum ego, salvum me fac!” (Sl 118). Nos dias do meu auxílio será sempre este o brado da minha esperança. E ao passo que eu for recordando minhas quedas passadas, assim vo-las irei lembrando, pois pudestes e quisestes levantar-me delas, e nem esse poder nem essa bondade haveis de perder jamais. Por isso, mais seguro e tranquilo estou que não haveis de me abandonar no meio da cura. Hão de dar-me forças para seguir os vossos conselhos tão amigos, o reconhecimento que a vossa solicitude me inspira e o desejo vivo que sinto de patentear o vosso poder.

“Hei de amar-vos, hei de glorificar-vos, porque me tirastes das minhas baixezas” (Sl 85, 11). No Céu, finalmente, quando timidamente eu for tomar lugar entre os que vos devem a salvação, porque, nas suas misérias, puseram em vós toda a sua esperança, farei então a vossa glória, como um doente é a glória do médico que o arrancou da morte já às portas dela, e não uma vez somente, senão muitas.

Então, e será este o mais delicioso proveito que a graça tirou delas, hão de ser as minha faltas o pedestal da vossa glorificação e ao mesmo tempo o trona das divinas misericórdias, que eu eternamente quero cantar; “Misericordias Domini in aeternum cantabo!” Amém! Amém! Amém!

Da obra “A arte de aproveitar-se das próprias faltas” Pe. José Tissot

A violação do descanso dominical – afresco medieval

Bela exposição de uma realidade que muitos católicos já não consideram como deveriam.

Atenção para:

– os instrumentos de trabalho ligados ao sangue das chagas de Cristo;
– os demônios atormentando quem está trabalhando;
– quem descansa ou reza não sofre tormentos dos demônios.

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Rico conteúdo sobre a Tradição Católica e informações sobre a Missa Tridentina no Brasil.

Deve-se tratar dos negócios com muito cuidado, mas sem inquietação nem ansiedade

Por São Francisco de Sales

Grande diferença há entre os cuidados dos negócios e a inquietação, entre a diligência e a ansiedade. Os anjos procuram a nossa salvação com o maior cuidado que podem, porque isto é segundo a sua caridade e não é incompatível com a sua tranquilidade e paz celestial; mas, como a ansiedade e a inquietação são inteiramente contrárias à sua bem-aventurança, nunca as têm por nossa salvação, por maior que seja seu zelo.

Dedica-te, Filoteia, aos negócios que estão ao teu encargo, pois Deus, que os confiou a ti, quer que cuides neles com a diligência necessária; mas, se é possível, nunca te entregues ao ardor excessivo e ansiedade; toda inquietação perturba a razão e nos impede de Continuar lendo Deve-se tratar dos negócios com muito cuidado, mas sem inquietação nem ansiedade

Comunidade de Tradição Católica em Parnaíba-PI. Tradição Católica no Brasil. Missa Tridentina no Piauí.